Fotógrafo lança série que captura a rotina dos navios de carga
O fotógrafo Pierfrancesco Celada apresentou a série “Counting Ships”, que documenta navios de carga passando durante sua viagem diária de ferry para casa. Publicada em 31 de janeiro de 2026 pela editora Muddyisland, com edição de Christina Vergopoulou, a coleção destaca a interação entre o cotidiano e o comércio global. As imagens capturam a frequência e a escala desses gigantes marítimos em um dos corredores de comércio mais ativos do mundo.
A inspiração por trás do projeto
Celada utiliza o ferry como um ponto de observação fixo durante travessias de cerca de 25 minutos, conectando uma ilha a uma região continental densamente povoada. Ele enquadra os grandes navios de carga contra as águas abertas, registrando sua presença rítmica e imponente. O projeto examina temas como proximidade, movimento e escala, revelando como o transporte marítimo global coexiste com rotinas diárias de deslocamento.
Detalhes da execução e publicação
As fotografias surgem de travessias repetidas, transformando uma jornada comum em uma exploração visual da logística internacional. A série foi lançada no final de janeiro de 2026, convidando o público a refletir sobre a interseção entre o local e o global. Editada por Christina Vergopoulou e publicada pela Muddyisland, “Counting Ships” enfatiza a persistência desses navios em paisagens marítimas movimentadas.
Significado para o público contemporâneo
Em um mundo cada vez mais conectado pelo comércio, o trabalho de Celada destaca a onipresença da infraestrutura logística. As imagens incentivam uma apreciação pela coexistência de elementos cotidianos e industriais em rotas marítimas ativas. Com publicação recente, a série oferece uma perspectiva fresca sobre como o movimento constante dos navios influencia a percepção de espaço e tempo.
Impacto e recepção inicial
Desde o lançamento em 31 de janeiro de 2026, “Counting Ships” tem atraído atenção por sua abordagem inovadora à fotografia documental. Pierfrancesco Celada, com sua expertise, transforma observações simples em uma narrativa visual profunda. O projeto reforça a importância de examinar o invisível no dia a dia, especialmente em corredores marítimos de alta atividade.