No dia 7 de abril de 2026, foi lançado o livro visual “Brutalist Korea”, que documenta mais de 90 edifícios brutalistas espalhados pela Coreia. A obra explora a emergência desse estilo arquitetônico após a Guerra da Coreia, destacando sua importância duradoura no panorama urbano do país. Com foco em estruturas icônicas, como o Dongdaemun Design Plaza em Seul, projetado pela renomada arquiteta Zaha Hadid, o livro celebra a resiliência e a inovação arquitetônica coreana.
A emergência do brutalismo na Coreia
O brutalismo surgiu na Coreia como uma resposta direta às necessidades de reconstrução pós-Guerra da Coreia. Após o conflito, o país enfrentou uma demanda urgente por edifícios funcionais e duráveis, o que favoreceu o uso de concreto exposto e formas geométricas robustas. O livro “Brutalist Korea” documenta essa evolução, mostrando como o estilo se integrou à identidade urbana coreana.
Anna Solomon, autora do artigo relacionado, enfatiza a relevância histórica desses edifícios. Eles representam não apenas uma fase de desenvolvimento econômico, mas também um símbolo de superação nacional. Paul Tulett recebe crédito pelas imagens que ilustram vividamente essas estruturas.
Edifícios icônicos e sua significância
Entre os mais de 90 edifícios catalogados, o Dongdaemun Design Plaza em Seul se destaca como um exemplo moderno de brutalismo reinterpretado. Projetado por Zaha Hadid, o complexo combina elementos tradicionais do estilo com inovações contemporâneas, servindo como hub cultural e comercial. Outros sites espalhados pelo país, de norte a sul, ilustram a disseminação do brutalismo em diversas regiões coreanas.
O livro explora como esses edifícios continuam a influenciar a arquitetura atual, promovendo debates sobre preservação e adaptação. Sua significância duradoura reside na capacidade de evocar memórias coletivas e inspirar novas gerações de arquitetos. Transições suaves entre passado e presente marcam a narrativa da obra, convidando os leitores a refletirem sobre o legado brutalista.