O artista francês Alexandre de Betak apresentou a instalação de luz “Chashitsu Hikari Schürli” durante a Gstaad Art Week, em 2026. A obra ocupa um celeiro suíço tradicional no Bernese Oberland, utilizando luz como elemento principal para transformar o espaço rural. Publicada em 18 de fevereiro de 2026, a instalação destaca o interesse do artista pela arquitetura local, conectando tradições alpinas e japonesas.
Detalhes da instalação
A “Chashitsu Hikari Schürli” se estende por dois níveis do celeiro, empregando espelhos para fracionar e estender a arquitetura existente. Luz, sombra e movimento moldam um ambiente perceptual único, convidando os visitantes a explorar dimensões espaciais latentes. Essa abordagem inovadora transforma o celeiro tradicional em uma experiência imersiva, onde a luz atua como material principal.
Motivação conceitual
A obra traça uma linha conceitual entre o schürli alpino, uma estrutura rural suíça, e o chashitsu japonês, uma casa de chá tradicional. Alexandre de Betak, motivado por seu interesse sustentado pela arquitetura rural da região, busca revelar condições espaciais ocultas. Essa mediação pela luz reflete uma exploração profunda de heranças culturais, unindo elementos orientais e ocidentais em um contexto alpino.
Contexto do evento
A apresentação ocorre durante a Gstaad Art Week, um evento anual que atrai entusiastas de arte para o Bernese Oberland, na Suíça. O celeiro tradicional serve como cenário perfeito, integrando arte contemporânea com patrimônio local. Betak, conhecido por suas instalações inovadoras, escolheu esse local para enfatizar a interação entre tradição e modernidade.
Impacto e relevância
Essa instalação não apenas enriquece a Gstaad Art Week, mas também promove discussões sobre preservação cultural e inovação artística. Visitantes podem experimentar como a luz redefine espaços rurais, incentivando uma apreciação maior pela arquitetura alpina. Com essa obra, Alexandre de Betak reforça sua posição como um artista que une mundos diversos através da percepção visual.