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Bienal de Arquitetura de Veneza: o que vem depois da edição de 2025?

A Bienal de Arquitetura de Veneza é um evento que se repete a cada dois anos, sempre marcado por grande excitação e fanfarra na abertura. Essa tradição atrai profissionais, artistas e entusiastas de todo o mundo para a cidade italiana, onde as discussões sobre o futuro da arquitetura ganham destaque. Com a edição de 2025 se aproximando do fim, surge a oportunidade de avaliar os impactos e as inovações apresentadas, destacando o papel central do curador Carlo Ratti nesse processo. Ele, como figura chave, tem guiado as reflexões sobre temas contemporâneos, e agora, com o encerramento iminente, a pergunta inevitável é: o que virá em seguida?

Carlo Ratti, renomado arquiteto e curador da edição de 2025, tem sido o responsável por orquestrar as exposições e debates que definem o tom do evento. Sua visão tem enfatizado a integração entre tecnologia, sustentabilidade e design urbano, elementos que permeiam as mostras bienais. À medida que a bienal chega ao seu fechamento, Ratti oferece uma perspectiva valiosa sobre os legados deixados pela edição atual, refletindo sobre como as ideias apresentadas podem influenciar projetos futuros. Essa avaliação não é apenas um balanço, mas uma ponte para o que o evento reserva nas próximas iterações, mantendo a tradição de inovação que caracteriza a Bienal de Veneza.

O entusiasmo inicial de cada bienal, com sua fanfarra e expectativa global, contrasta com o momento de reflexão no final, como ocorre agora em 2025. Visitantes e críticos têm a chance de analisar as contribuições de arquitetos de diversos países, que exploram desafios como mudanças climáticas e urbanização acelerada. Ratti, em suas declarações, aponta para a necessidade de continuidade nessas discussões, sugerindo que o “o que vem depois” envolve uma evolução natural das temas abordados. Essa abordagem reforça o status da bienal como um fórum essencial para o avanço da arquitetura mundial.

Por fim, ao considerar o ciclo bienal, fica evidente que eventos como esse não terminam com o fechamento das portas, mas ecoam em influências duradouras. Carlo Ratti, ao responder sobre o futuro, enfatiza a importância de manter o ímpeto criativo, preparando o terreno para a edição de 2027. Assim, a Bienal de Arquitetura de Veneza continua a ser um marco cultural, onde o passado e o presente se entrelaçam para moldar visões inovadoras do amanhã.