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Perkins&Will revela projeto sustentável Bambu Atmosfera em Ubatuba

O estúdio de arquitetura Perkins&Will revelou o projeto do complexo residencial multi-familiar Bambu Atmosfera, localizado em Ubatuba, São Paulo. Essa iniciativa integra materiais locais como o bambu gigante e prioriza a sustentabilidade em um terreno plano entre o oceano e a Floresta Atlântica. O design responde ao clima tropical úmido da região, promovendo conforto térmico passivo e espaços comunitários.

Detalhes do projeto arquitetônico

A configuração do Bambu Atmosfera adota um formato em U, com um átrio central ajardinado que serve como coração verde do complexo. Passarelas elevadas conectam as unidades residenciais, enquanto um jardim no céu oferece vistas panorâmicas e áreas de lazer. O uso extensivo de bambu gigante aparece em fachadas, pisos e mobiliário, criando uma estética orgânica e funcional.

Integração com o ambiente local

O projeto situa-se em Ubatuba, uma área costeira de São Paulo conhecida por sua proximidade com o oceano e a Floresta Atlântica. Essa localização inspira o design, que incorpora ventilação natural e sombreamento para mitigar a alta exposição solar e as chuvas frequentes. Materiais locais, como o bambu, são fornecidos por artesãos da Sarkiss Bamboo, fortalecendo a conexão com a comunidade de Ubatuba.

Foco em sustentabilidade e conforto

A sustentabilidade guia o Bambu Atmosfera, com ênfase em estratégias passivas para o conforto térmico. O design prioriza a redução do impacto ambiental ao utilizar recursos renováveis e promover espaços comunitários que incentivam a interação social. Essa abordagem alinha-se às demandas de um clima tropical, garantindo eficiência energética e harmonia com a natureza circundante.

Envolvimento comunitário e inovação

Artesãos locais da Sarkiss Bamboo e membros da comunidade de Ubatuba colaboram no projeto, destacando o valor da mão de obra regional. A Perkins&Will inova ao mesclar arquitetura moderna com tradições locais, criando um complexo que não apenas atende às necessidades residenciais, mas também preserva o patrimônio natural da Floresta Atlântica. Esse modelo pode inspirar futuras construções sustentáveis no Brasil.